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sábado, 14 de janeiro de 2017

Reflexão Pessoal - Marisa Bação

No âmbito da Unidade Curricular, Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação, é pedido às discentes como último trabalho da UC, uma reflexão individual onde se reflita sobre as expetativas da mesma, os contributos e aprendizagens da UC para a formação pessoal, profissional e académica, aspetos menos conseguidos e sugestões de aprofundamento do tema.
Na minha opinião, esta é uma UC produtiva, contribuindo assim para o meu conhecimento seja a nível pessoal, seja futuramente a nível profissional.
Ao ter conhecimento desta UC, inicialmente, pensei que esta viria na sequência da UC Expressões e Tecnologias, lecionada no 2ºano da licenciatura. Mas percebi que nesta UC as aprendizagens não se repetiriam. Como é óbvio, existiu conteúdos comuns, não fosse ambas UC ligadas às novas tecnologias, mas a UC de LPTIC, deu-me “mais liberdade” para aprender a trabalhar em diversos programas. Lembro-me, particularmente, de um programa que a docente Maria Rosário Rodrigues disse mesmo para o explorarmos à nossa maneira. Só este facto ajuda bastante, nós enquanto alunas, e futuras profissionais de educação, e entender com o que é que podemos trabalhar no futuro com as crianças, pois fomos nós que pesquisamos, fomos nós que fizemos mal e voltamos a fazer.
Em termos de conteúdos mais significativos para mim, foram, sem dúvida, o trabalho envolvente no Jogo Online, onde podemos pesquisar vários sites de jogos, tentando assim escolher o que mais se adequava ao pedido, e a atividade ligada à televisão, que esteve dividida em duas partes, onde primeiramente foi apresentada uma atividade consoante a faixa etária com que privei no meu primeiro momento de estágio, criando assim uma atividade ligada à língua portuguesa, e outra mais às artes plásticas. Depois, com o par do blog, juntamos as nossas atividades, e conseguimos criar uma nova atividade, conseguindo até englobar os dois filmes escolhidos.
Penso que todos os objetivos foram alcançados, quer por docentes, quer por discentes. No entanto acho que à um aspeto que deveria ser melhorado, nomeadamente a criação do filme. Na minha opinião, o facto de este ser pedido, perto da altura das “férias de natal”, onde normalmente temos imensos trabalhos e testes, impossibilitou-me, a tentar fazer um trabalho mais desenvolvido, pois assim tive de dividir os poucos dias de férias pelos inúmeros trabalhos a desenvolver. Isto não quer dizer que esta UC tem menos importância que as outras, mas senti que a criação do filme foi um pouco colocada para último plano devido a estar muito próxima do fim do semestre.
Para terminar a minha reflexão, quero reforçar que esta UC, me deu conhecimento de certos programas que até hoje desconhecia, e também me deu a possibilidade de aumentar o meu conhecimento ligado às novas tecnologias.


sexta-feira, 13 de janeiro de 2017

Filme no PhotoStory


"Um natal alegre e amarelo."

   No âmbito da U.C. Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação foi nos proposta a realização de um filme infantil partindo da ideia "O pai natal está impossibilitado de entregar os presentes porque..." utilizando o programa "PhotoStory".
   A realização do mesmo teve a participação de Magda Romão e Marisa Bação, alunas da U.C. e autoras do presente blog, que criaram um guião, recolheram e coloriram os desenhos e de um menino de 8 anos, narrador da história.
   A criação dos desenhos foi feita a partir do programa "Paint" e coloridos manualmente. A narração foi gravada por partes, uma gravação por frase. O menino que narrou a história ainda não tem uma leitura fluente e por isso sentimos necessidade de fazer várias tentativas de gravação até este se sentir confiante na sua leitura. Percebemos também que seria mais fácil para ele se nós lessemos a frase primeiro e só depois ser ele a fazê-lo.
   Abaixo segue embebido o guião a partir do programa "ISSUU" e o filme.







 



segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Atividade com a televisão para o Pré-Escolar

          1. Em grupo, decidimos escolher o filme “Frozen – o Reino do Gelo”, adequando-a assim ao pré-escolar, com idades compreendidas entre os 3 e 6 anos. 
           2. Este filme estreou em novembro de 2013, e conta a história de duas irmãs, Elsa e Anna. Elsa com os seus poderes mágicos consegue criar gelo, um dia sem intenção atinge a sua irmã Anna, levando assim a que os seus pais mandem isolar o reino, para que assim Elsa consiga controlar os seus poderes. As irmãs afastam-se, e após a morte dos seus pais, Elsa, aos 21 anos, é coroada rainha. Neste acontecimento, Elsa descontrola-se, devido a uma pequena discussão com a irmã, e os seus poderes ficam incontroláveis, atingindo assim todo o reino, ficando este gelado. Elsa foge, e Anna parte para à procura da sua irmã, para que ela resolva o que fez. Anna vive várias aventuras enquanto procura a irmã, com a ajuda de Kristoff, da sua rena Sven e de um boneco de neve Olaf, que a ajudam a chegar ao palácio de Elsa construiu. Quando as duas irmãs se reencontram, Anna insiste para que a sua irmã regresse ao reino, mas Elsa volta a descontrolar-se e com os seus poderes volta a atingir Anna, mas desta vez no coração, sendo que a sua única salvação será “um ato de amor eterno”. Anna volta assim para o seu reino, esperando que a sua salvação seja o jovem que conheceu no dia da coroação, Hans. Anna, ao chegar ao reino, percebe assim que Hans não gosta dela, e que só quer ser o rei do seu reino. Esta consegue assim escapar de Hans, e é salva no final pela sua irmã, que regressa do seu palácio de gelo. 
           3. As potencialidades encontradas nas “Orientações curriculares para a Educação Pré-escolar” foram:
                • Desenvolvimento da linguagem; 
        “Qualquer que seja o domínio do português oral com que as crianças chegam à educação pré-escolar, as suas capacidades de compreensão e produção linguística deverão ser progressivamente alargadas, através das interações com o/a educador/a, com as outras crianças e com outros adultos.” (Silva, Marques, Mata, & Rosa, 2016, p. 64)
                • Conhecimento da estrutura da Língua Portuguesa; 
        “Este conhecimento das crianças mobilizado na utilização de muitas palavras, na construção de um vocabulário alargado, na compreensão de questões, ordens, mensagens, conversas, etc., centra-se essencialmente no significado da mensagem oral, e constrói-se, muitas vezes, de forma natural. Quando as crianças apresentam algum domínio dos aspetos associados à comunicação, vão também, paralelamente, começando a desenvolver uma outra vertente, relacionada com a tomada de consciência sobre a forma como a língua se estrutura e organiza, ou seja, a tomar consciência dos seus aspetos formais (consciência linguística). Começam assim a tomar a língua como objeto de reflexão, apercebendo-se gradualmente dos vários elementos que a constituem, das suas relações, de convenções a eles associados, de regularidades e /ou irregularidades e das suas especificidades.” (Silva, Marques, Mata, & Rosa, 2016, p. 65) 
                • Desenvolver a comunicação oral espontânea e livre acabando com a timidez e a insegurança; 
         “Esta vertente discursiva da linguagem oral é uma competência central nesta faixa etária devido à sua transversalidade, não só para o desenvolvimento de competências sociais, mas para as trocas e apropriação de informação necessárias às aprendizagens em outras áreas do saber.” (Silva, Marques, Mata, & Rosa, 2016, p. 66) 
                • Desenvolver a consciência fonológica; 
         “Esta consciência vai-se desenvolvendo, permitindo à criança uma capacidade crescente para a manipulação (identificação, síntese, análise, supressão) de elementos fonológicos cada vez mais pequenos.(…) A consciência fonológica está também relacionada com a aprendizagem da leitura, podendo considerar-se que esta relação é recíproca e interativa, pois tanto a capacidade de análise do oral é importante para o processo de codificação da escrita, como este processo promove o desenvolvimento de níveis de análise fonológica cada vez mais elaborados.” (Silva, Marques, Mata, & Rosa, 2016, p. 68) 
                 • Iniciar o contacto com a escrita e desenvolver o conhecimento pela mesma; 
         “O contacto com diferentes tipos de texto manuscrito e impresso (narrativas, listagens, descrições, informações, etc.), o reconhecimento de diferentes formas que correspondem a letras, a identificação de algumas palavras ou de pequenas frases permitem uma apropriação gradual da especificidade da escrita não só ao nível das suas convenções como da sua utilidade.” (Silva, Marques, Mata, & Rosa, 2016, p. 70) 
           4. As atividades escolhidas para trabalhar o filme em questão, tem de ser algo mais prático, do que qualquer atividade que se desenvolva com crianças mais velhas. A primeira atividade programada, seria, em momento de grande grupo, as crianças, uma a uma, dizerem algum acontecimento da vida delas, que se tenham sentido felizes, assustadas, com medo, levando a responder da seguinte forma: “ eu sinto-me feliz quando…”/”eu assusto-me com…”, trabalhando assim com as crianças várias emoções, tentando depois encontrar alturas do filme em que as personagens tenham tido emoções, idênticas à da criança. A segunda actividade seria um pequeno teatro relacionado com o filme escolhido, onde cada criança teria no máximo três falas, desenvolvendo a comunicação oral e o carisma de cada criança. Nesta actividade as crianças estariam em contacto também com a escrita na elaboração de um guião feito pela docente com a ajuda e as ideias do grupo de pré-escolar. 


 Bibliografia 

Silva, I. L., Marques, L., Mata, L., & Rosa, M. (2016). Orientações Curriculares para a Educação Pré-Escolar. Ministério da Educação/Direção-Geral da Educação (DGE).

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Time Line

   Na aula de LPTIC foi nos proposto pesquisar-mos programas relacionados com Timeline que fossem gratuitos e de fácil acesso. Posto isto encontrámos dois exemplos gratuitos e acessíveis de modo a que um grupo/turma em conjunto com o próprio docente fizessem por exemplo uma lista cronológica dos aniversários, dos acontecimentos anuais (dividindo em semanas, meses ou até mesmo ao longo do ano) entre outros exemplos, contribuindo para uma melhor organização e conhecimento do que acontece no próprio ano letivo.
   Ao utilizar estes programas a pessoa pode utilizar, números, palavras, imagens, caracteres e deslocar o seu acontecimento ao longo do friso cronológico como bem entender, de forma a completar e organizar da melhor maneira a sua Timeline.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

Concurso "Conta-nos Uma História!"

  


 O Concurso “Conta-nos uma História!” foi criado, no ano letivo 2009/2010, no âmbito do Plano Tecnológico da Educação (PTE), através da Direção Geral de Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC), do Gabinete da Rede de Bibliotecas Escolares (RBE) e do Plano Nacional de Leitura (PNL).
   Tem como objetivo fomentar a realização de projetos desenvolvidos pelas escolas de Educação Pré-Escolar e 1.º Ciclo do Ensino Básico que estimulem a utilização das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), através de gravação digital e/ou áudio.
Incide sobre quatro categorias de candidatura: 
a) Educação Pré-Escolar (em língua portuguesa);
b) 1.º e 2.º anos do Ensino Básico (em língua portuguesa);
c) 3.º e 4.º anos do Ensino Básico (em língua portuguesa);
d) 3.º e 4.º anos do Ensino Básico 
(em língua inglesa).
   Para que seja possível a candidatura os projetos devem ser criados por grupos (máximo 30 crianças) de crianças/alunos, com supervisão de um docente. Podendo cada grupo criar um projeto nas duas vertentes (áudio e/ou vídeo).
Não é possível concorrer individualmente mesmo que a pessoa seja docente ou aluno.
A inscrição para o projeto é efetuada através de: Formulário de Inscrição. Apenas são aceites as candidaturas através do mesmo, sendo que tem de ser o docente responsável da turma a preenche-lo e a enviar o projeto final. Os Encarregados de Educação deverão ter conhecimento e dar autorização para que o educando possa participar.
   Este projeto tem como objetivos:
“a)    Promover a apropriação da tecnologia digital no desenvolvimento das literacias;
b)    Promover a leitura;
c)    Promover a criatividade;
d)    Desenvolver e aprofundar, nos alunos participantes, a expressão escrita e/ou a competência de leitura expressiva, no caso de alunos escreventes, e a criatividade oral, no caso de alunos da educação pré-escolar;
e)    Envolver os participantes no conto ou reconto colaborativo de histórias;
f)    Promover a utilização dos recursos educativos e a utilização da biblioteca escolar;
g)    Divulgar e partilhar com a comunidade educativa os recursos educativos desenvolvidos nas várias escolas;
h)    Promover a ligação com a comunidade envolvente.
i)     Desenvolver competências linguísticas em língua inglesa;
j)     Promover o gosto pela literatura infantil em língua inglesa.” ((DGE), Regulamento do Concurso "Conta-nos uma História!", s.d.)

Bibliografia

(DGE), D. G. (s.d.). Acerca. Obtido em 07 de dezembro de 2016, de Conta-nos Uma História!: http://historias.dge.mec.pt/sobre/
(DGE), D. G. (s.d.). Regulamento do Concurso "Conta-nos uma história!". Obtido em 07 de dezembro de 2016, de EQUIPA DE RECURSOS E TECNOLOGIAS EDUCATIVAS: http://erte.dge.mec.pt/regulamento-do-concurso-conta-nos-uma-historia


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Reflexão - Segurança na Internet

No seguimento da aula de Língua Portuguesa e Tecnologias de Informação e Comunicação, do dia 16 de novembro de 2016, onde o professor João Torres falou da segurança na internet, esta reflexão surge de modo a sintetizar a informação recebida na aula com a leitura de vários artigos, relacionados com privacidade, fidedignidade e questões de segurança, causadas pelas tecnologias de informação e comunicação. Hoje em dia já é quase impossível as pessoas viverem sem as atuais tecnologias de informação e comunicação, e com a internet, onde já tudo é possível fazer, desde jogos, compras, conversas com familiares que estão noutros países, aprender novas línguas, ou até mesmo marcar uma viagem, sem sair de casa. Mas grande maioria não sabe os perigos que correm ao usa-las sem ter o conhecimento necessário dos vários perigos que estas originam. Mesmo tendo todos os cuidados necessários, não partilhar dados privados, não divulgar a nossa localização, tendo assim este tipo de informação apenas no nosso computador privado, os nossos dados podem ser roubados sem que a própria pessoa saiba. “Qualquer dispositivo ligado, controlado por uma aplicação, tem, quase certamente, pelo menos um problema de segurança. Os hackers podem explorar várias dessas vulnerabilidades (…)” (SAPOTEK, 2016), por isso uma pessoa pode estar tranquila ao usar o seu equipamento e este ser “hackeado”. Na minha opinião, maior parte das pessoas não tem conhecimento dos grandes perigos, por estes serem poucos debatidos. Quando são falados através dos meios de comunicação social, o grande público alvo são os jovens, esquecendo pessoas que trabalham dias inteiros com computadores, tablets, que podem ter a sua vida pessoal exposta na internet, sem saberem. “O problema é que hoje não existe nenhuma entidade que garanta total fiabilidade na guarda dos nossos segredos”. (Belaciano, 2014). Se uma pessoa decidir postar uma fotografia de uma viagem em família no seu Facebook, este vai localizar o local onde se encontra, e todas as pessoas que vão ver a fotografia, vão saber se ela está longe ou perto de casa. Contudo, é importante, que os adultos, mesmo estando pouco informados sobre o tema alertem as crianças e jovens para os eventuais riscos que a utilização da internet por causar. Para grande maioria a utilização da rede social Facebook torna-se “obrigatória” todos os dias, não sabendo o risco que correm. “o objetivo comum destes canais é permitir ao utilizador expressar-se e comunicar com outros utilizadores que partilhem interesses semelhantes ou que façam parte dos mesmos grupos” (Fóruns e Redes Sociais, s.d.) Este tipo de redes sociais, pode possibilitar ao roubo de identidade, existência de perfis falsos não sabendo ao certo com quem está a falar, podendo ocorrer uma perda do controlo dos conteúdos publicados. Concluindo a minha reflexão, volto a referir que é importante este assunto continuar a ser debatido, existir mais sessões de esclarecimento em escolas, pois todo o cuidado é pouco, e todos os perigos devem de ser do conhecimento dos utilizadores, que hoje em dia cada vez são mais.


Bibliografia 
Belaciano, V. (2014). Não são apenas as celebridades que estão a nu na internet. Publico. Obtido de https://www.publico.pt/2014/09/03/culturaipsilon/noticia/nao-sao-apenas-as-celebridades-que-estao-a-nu-na-internet-1668563

Fóruns e Redes Sociais. (s.d.). Obtido em 24 de novembro de 2016, de Internet Segura: http://www.internetsegura.pt/riscos-e-prevencoes/foruns-e-redes-sociais

SAPOTEK. (11 de novembro de 2016). Internet das Coisas tem muitos benefícios mas deve de ser usada com algum cuidado. Obtido em 24 de novembro de 2016, de http://tek.sapo.pt/noticias/internet/artigo/internet_das_coisas_tem_muitos_beneficios_mas_deve_ser_usada_com_algum_cuidado-49539ust.html

Marisa Bação
3º LEB B

Reflezão nº 2 - Segurança na Internet

A Internet é actualmente uma necessidade para praticamente todo o mundo, com ela podemos fazer compras, pagar contas, divertirmo-nos, entre outras coisas, sem sair de casa. Apesar da mesma facilitar a vida à humanidade, esta não traz só vantagens e mesmo com todos os cuidados e atenções podemos pôr a nossa vida em risco ao utilizarmos a Internet.
     “O problema é que hoje não existe nenhuma entidade que garanta total fiabilidade na guarda dos nossos segredos” (Belanciano, 2014)
            Tendo em conta todos os cuidados e mesmo não partilhando aquilo que achamos privado deixando apenas na memória do nosso smartphone ou computador privado, os dados podem ser roubados de qualquer forma tendo o aparelho ligado à Internet, isto acontece pois a ligação permite a um hacker entrar no nosso aparelho e fazer com os dados contidos no mesmo, o que o hacker bem quiser, ou seja, nem mesmo quando achamos que os dados são apenas nossos estes estão em segurança.
            Segundo Vasconcelos, “Uma das formas de preservar a segurança é a de partilhar as ameaças e os ataques, mas tal não ocorre como deveria por questões e receio de degradação de imagem e de perda comercial”, a meu ver a partilha dos ataques não acontece como devia pois as pessoas muitas vezes tendem a pensar que um dado ataque é apenas um boato em redes sociais ou pensam de forma egoísta que seguem todos os passos de segurança e o roubo de identidade acontece apenas aos outros.
            Apesar de culparmos os hackers pelo roubo dos nossos dados não podemos nos esquecer porque razão os mesmos conseguiram aceder às nossa informações, maioritariamente a culpa é somente nossa pela visita de sites desconhecidos só pela curiosidade de saber o que nele contém, pela utilização de por exemplo o GPS em que nele colocamos a nossa morada ou a nossa localização actual e o sitio para onde queremos ir ou até mesmo na realização de uma chamada telefónica em que o nosso aparelho e o do destinatário se encontram ligados à Internet, como Vasconcelos diz “ Ao fazer uma chamada de A para B, um hacker pode passar a controlar e a recolher todo o conteúdo da conversa. O smartphone de B pode ser usado para atacar outros dispositivos escondendo a origem do ataque.”
            Desconhecia o programa PageRank e as suas funções e após ler o artigo “ A máquina Google” achei que apesar de a Internet ser muito pouco segura e de todos os utilizadores aproveitarem-se de informações alheias para se saberem da vida alheia também, nem que seja uma noticia de um famoso, uma foto de um inimigo ou uma empresa saber dos “podres” de uma outra da concorrência, hoje em dia tudo na Internet é visto como malicioso, digo isto pois como Guerreiro diz “O Google transforma portanto a inteligência em riqueza. Analisando-o, mostrando como ele gera valor sem produzir um único conteúdo, mas capturando os milhões e milhões de sites da web, comportando-se como o mais poderoso parasita que alguma vez existiu, somos levados a entrar na questão mais geral do modo como o capitalismo cognitivo extrai mais-valia.” Concluo ao ler esta citação que o Google em vez de ser um motor de busca, utilizado por toda a gente muitas vezes como forma de trabalho e pesquisa de informação formal e não em busca de informação alheia, é um “parasita” que recolhe todo o tipo de informação trazendo riqueza a quem o sabe manobrar transformando até o que pode ser útil a quem não tem maldade, produto de valor económico, falo com isto do PageRank que a meu ver traz vantagens no sentido de que quem utiliza a Internet e informação académica nela contida saiba o quanto fidedigna e utilizada é a mesma e não vejo o mesmo programa uma forma de enriquecer os seus criadores, pois mesmo que enriqueçam tem todo o sentido pois é o trabalho dos mesmos que está a ser utilizado, com isto quero dizer que nem sempre o que é visto como interesse capital e económico é na verdade somente isso.
Concluo esta reflexão com a opinião que todo o cuidado é pouco como utilizadora da Internet mas se pensar sempre que algum site ou alguma atitude perante a Internet vai ser usada contra mim viverei de forma antiquada e sem as vantagens que a Internet também pode trazer na minha vida.

“Este é o grande desafio da Internet das Coisas. O outro, o de fazer acontecer, é um dado adquirido porque o nosso futuro vai escrever-se, está a escrever-se, com a ajuda de um número incomensurável de minúsculos sensores ligados à Internet.” (Oliveira, 2016)


Bibliografia


Belanciano, V. (03 de setembro de 2014). Não são apenas as celebridades que estão a nu na Internet. Obtido em 25 de 11 de 2016, de Público: https://www.publico.pt/2014/09/03/culturaipsilon/noticia/nao-sao-apenas-as-celebridades-que-estao-a-nu-na-internet-1668563

Guerreiro, A. (18 de julho de 2014). A máquina Google. Obtido em 25 de novembro de 2016, de Público: https://www.publico.pt/2014/07/18/culturaipsilon/noticia/a-maquina-google-1663271

Oliveira, P. (16 de novembro de 2016). Quem vigia a Internet de Todas as Coisas? Obtido em 25 de novembro de 2016, de Exame Informática: http://exameinformatica.sapo.pt/opiniao/2016-11-16-Quem-vigia-a-Internet-de-Todas-as-Coisas-

Vasconcelos, P. (03 de novembro de 2016). O surfista e a onda: fraude na Internet. Obtido em 25 de novembro de 2016, de Visão: http://visao.sapo.pt/opiniao/silnciodafraude/2016-11-03-O-surfista-e-a-onda-fraude-na-internet


Magda Romão,
3º LEB B

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Uma Banda desenhada no Stripgenerator.


A partir da experiência da utilização do programa "Stripgenerator" criámos uma banda desenhada alusiva ao Halloween e percebemos que é uma ferramenta monocromática e pouco interativa, apesar de ter figuras engraçadas e diversas opções de página.
O programa para criar texto é um pouco limitado pois só existe um tipo de letra mas podemos aumentá-la ou diminuí-la, pôr a negrito ou itálico, justificar o texto entre outras opções que podem tornar o texto dinâmico em relação à história.

Com este programa podemos criar histórias curtas e divertidas para apresentar às crianças e posteriormente criar um projeto/trabalho com o mesmo.

Bibliografia

Create New Strip. (s.d.). Obtido em 26 de 10 de 2016, de Strip Generator: http://stripgenerator.com



domingo, 30 de outubro de 2016

Tux Paint e a sua utilização educativa- vantagens e desvantagens



Após a exploração do programa "Tux Paint" observamos que este tem um vasto número de ferramentas que podemos utilizar no âmbito educativo, mas estas apresentam algumas desvantagens.
Na nossa observação percebemos que nas ferramentas "Pintar" e "Linhas" existem vários de pincéis e cores, o que pode desenvolver a criatividade do educando, mas estes apresentam formas e tamanhos um pouco imperceptíveis.
Na ferramenta relacionada com as formas, verificamos que nesta podemos desenhar vários polígonos regulares, no entanto se a criança quiser desenvolver algum polígono irregular, já não o pode fazer.
Existe também a possibilidade de escrever na própria folha de desenho, podendo esta estar dentro de uma caixa de texto e a própria caixa aparecer, ou não, como é o caso do exemplo que temos demonstrado no nosso desenho.
Uma das grandes vantagens é a existência de várias folhas de desenho, existindo entre estas exemplos de mapas, podendo estes serem utilizados em aulas na área do Estudo do Meio, nomeadamente dos vários continentes do planeta Terra, e depois também apresenta um desenho do planisfério completo. A única desvantagem destas folhas de desenho, é que são de proporções muito pequenas, não sendo possível "decifrar" os vários países.
 Para concluir, é importante referir que tivemos oportunidade de experimentar todas as ferramentas, e todos os tipos de folhas de desenho. É uma óptima ferramenta para se utilizar com as crianças, podendo explorar todo o tipo de ferramentas e todas as utilidades que este programa tem para elas.

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Reflexão nº1 - A integração das TIC no processo de ensino aprendizagem: uma opção ou uma necessidade?


            Após a leitura dos vários textos, seguindo-se da nossa própria interpretação, ponderamos que as TIC – Tecnologias de Informação e Comunicação, são, nos tempos que correm, uma necessidade, apesar de que toda a comunidade educativa tem a opção de as utilizar ou não.

            Consideramos ser uma necessidade utilizar as TIC pois estas oferecem uma maior facilidade de acesso a todos os níveis sejam eles pessoais ou profissionais. A nível de ensino aprendizagem as TIC são uma mais-valia para a aprendizagem do aluno pois estes estão cada vez mais habituados a utilizá-las no seu dia-a-dia, juntar esta ferramenta aos métodos de ensino, a nosso ver, é uma forma lúdica e motivadora para o aluno demonstrar interesse na vida escolar.

Segundo Sá Chaves e Sousa Santos “todos os avanços e desenvolvimentos científicos e tecnológicos constituem mudanças significativas na sociedade, trazendo consigo aspetos positivos e negativos; deste modo, as questões da globalização, da informação e da sua acessibilidade e utilização constituem inquestionável conquista da Humanidade.” (Botelho, 2005).

Segundo, João Paz a utilização das TIC vieram facilitar e aumentar o contacto entre docente e aluno ou entre colegas de turma como por exemplo na utilização do Moodle ou do E-mail, o docente consegue disponibilizar material necessário para a aula sem que o aluno perca tempo ou dinheiro em fotocópias ou livros muitas vezes dispendiosos no seio familiar. O E-mail ou mesmo as redes sociais ajudam a que o contacto entre por exemplo elementos de um grupo de trabalho partilhem informação e ideias referentes ao tema de trabalho sem terem que despender tempo a dirigirem-se à escola para se encontrarem e realizarem o trabalho.

Em contra partida “(…) na classe profissional dos professores(…) verificam-se muitas vezes atitudes de resistência à sua utilização entre os mais velhos.” (Paz, 2008), ou seja, muitas vezes os próprios docentes, em particular os profissionais com mais anos de serviço, negam-se a utilizar as TIC pois têm a opinião que esta ferramenta é inútil em comparação aos métodos já utilizados ou simplesmente têm dificuldade em utilizá-las e mostram desinteresse em aprender.

            Olhando especificamente para o ensino superior as TIC são uma ferramenta indispensável na rotina dos estudantes ou mesmo docentes pois a maior parte dos trabalhos pedidos ou mesmo a exibição e preparação das aulas e avaliações são apresentadas e partilhadas entre toda a comunidade escolar via mais uma vez Moodle.

A utilização das TIC não tem só aspetos positivos pois pensamos que o facto de existir pessoas sem acesso às mesmas ou o medo em utilizá-las seja um aspeto negativo pois são assim consideradas infoexcluídas, como já falamos em aula, este aspeto acaba por menorizar ou discriminar uma pessoa que não sinta necessidade de utilizar as TIC. Este aspeto realça-se em turmas heterogéneas de ensino superior “(…) constituídas não apenas por alunos vindos do ensino secundário mas também por alunos de uma faixa etária mais avançada provenientes do mercado de trabalho(…) e que frequentemente estiveram muitos anos sem estudar .” (Fidalgo, 2009)

Concluímos assim que as TIC são mesmo uma ferramenta essencial no processo ensino aprendizagem visto que estamos numa sociedade cada vez mais educada e habituada ao uso de computadores, tablets, smartphones, entre outras tecnologias, na maior parte das vezes ou mesmo na totalidade ligadas à Internet onde o uso de livros ou materiais em papel é agora obsoleto.

Contudo percebemos também que muitas vezes não seja uma ferramenta fácil para quem está habituado aos métodos antigos de ensino em que o uso de um manual escolar seja mais fácil do que apresentar um PowerPoint em sala de aula, apesar de que nunca ser tarde para aprender.





Bibliografia




Botelho, F. (14 de 07 de 2005). Globalização e cidadania: reflexões soltas.

Fidalgo, P. (18 de 03 de 2009). Educação. O ensino e as Tecnologias da Informação e Comunicação.

Paz, J. (17 de 04 de 2008). Educação- Setúbal na rede. Educação e novas tecnologias.


terça-feira, 18 de outubro de 2016

Jogo educativo digital

  O jogo que escolhemos e achamos adequado no ponto de vista educativo chama-se "Adivinhas" e encontra-se no site "Camões-Instituto da Cooperação e da Língua, I.P.".
   Em relação ao público-alvo destinado consideramos que sejam as crianças que frequentam o 1º Ciclo do Ensino Básico, mais especificamente os alunos do 3º e 4º anos em que a faixa etária é aproximadamente entre os 8 e os 10 anos de idade.
   As aprendizagens que esperamos ser adquiridas pelo público-alvo ao utilizar este jogo são

  • Desenvolvimento do raciocinio cognitivo;
  • Utilização correta (escrita e oral) da Língua Portuguesa;
  • A concentração;
  • A capacidade de solucionar problemas.
Jogos Lexicais- Adivinhas

Para saber um pouco mais sobre este jogo e o que de bom pode trazer ao ensino apresentamos aqui uma descrição e reflexão sobre o mesmo:

Descrição e Reflexão sobre o jogo "Adivinhas"